quem sou eu

Minha história

 

         Nasci em 1993, em Piracanjuba, cidadezinha do interior de Goiás. Filho da dona Kátia, professora de português, e do seu Noron, agricultor, passei boa parte da infância na companhia da minha avó, dona Aninha. Uma família simples, mas muito guerreira.

         Com o esforço dos meus pais para custear tudo, me mudei para a capital aos 16 anos. Foi em Goiânia que terminei os estudos, me formei em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás e aprendi lições importantes que trago na vida. Logo no começo da graduação, eu já rodeava os professores que cuidavam da rádio e da TV da universidade. As emissoras-escola eram (e são) uma boa oportunidade de aprendizado e eu já sabia o que queria fazer da vida.

         Minha carreira na TV teve início em 2013, na PucTV Goiás, afiliada à TV Aparecida. Trabalhei por quatro meses na emissora, que tinha uma proposta editorial bastante voltada para a cultura e educação. Na sequência, um giro de 180°: fui para a TV Goiânia, afiliada à Band e com uma linha editorial bem diferente, mais direcionada para o hard-news e, principalmente, o noticiário policial. Nesta época, cobri um dos casos de maior repercussão da minha curta carreira: a tragédia do serialkiller de Goiânia, que confessou ter matado dezenas de mulheres na capital e já foi condenado a mais de 600 anos de prisão. Com este assunto, participei dos telejornais nacionais por vários dias e consegui uma certa visibilidade.

         Um novo (e inesperado) passo chegou no fim daquele ano de 2014: fui contratado pela TV Anhanguera, uma das maiores redes de televisão regional do país e afiliada à Globo em Goiás e no Tocantins. Foi quando eu senti o real impacto do trabalho de um jornalista e a responsabilidade que ele carrega nas costas. Isso foi o combustível que me deu ânimo para aprender mais, escarafunchar pautas novas, aprimorar minhas participações ao vivo, fazer séries especiais junto com uma equipe maravilhosa e até participar dos jornais de rede.

         Em dezembro de 2015, após alguns meses cobrindo folgas e plantões, assumi o Jornal Anhanguera – 2ª Edição, o telejornal mais assistido do estado, aquele que, quando criança, eu assistia com os olhos grudados na tela, lá em Piracanjuba. Além de apresentar, também sou um dos editores do jornal e a correria fica ainda maior com nossos boletins informativos ao longo da tarde. Também faço participações diárias na programação da GloboNews, com as principais notícias do estado. Ao meu comando, conseguimos atingir a maior audiência na história do jornal.

         Em 2019, tive a honra de representar o meu estado na bancada do Jornal Nacional, durante as comemorações dos 50 anos do telejornal. Na sexta feira, dia 08 de novembro, fui apresentado ao público numa noite bem legal. Conversei com o William Bonner e a Ana Paula Araújo e tive a minha história contada aos telespectadores brasileiros. No dia seguinte, 09 de novembro, assumi a bancada do JN, realizando um sonho que jamais considerei possível. A apresentação foi uma das maiores emoções que já vivi na carreira.

         Em abril de 2020, decidi abrir espaço para novos desafios. Após seis anos, me desliguei da TV Anhanguera, emissora onde aprendi bastante e tive a honra de trabalhar, para seguir outros caminhos. Com o desejo de estreitar ainda mais as relações com o público nas redes sociais, experimentar novos formatos televisivos e construir parcerias inovadoras, assumi o DF Record, passando a ser, além de apresentador, editor-chefe do jornal.

         Quero praticar um modelo de comunicação 360º, aliando jornalismo e entretenimento.